Neste Natal, celebremos a construção do saber que ilumina caminhos, a solidariedade que aproxima corações e a paz que renova a esperança em cada gesto.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Natal
Neste Natal, celebremos a construção do saber que ilumina caminhos, a solidariedade que aproxima corações e a paz que renova a esperança em cada gesto.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Reflexão em turma
domingo, 7 de dezembro de 2025
Um menino especial
Quis sentar-se um Menino no meu
colo
Mas eu não tinha tempo para
embalá-lo.
Saí de casa apressada com o tempo
contado!
Mas Ele queria a todo o custo ser
notado
Por isso, voltou. Não quis ser
silenciado!
No cume da Cidade Natal vi-o
deitado
Com os pais, José e Maria, ao lado
E a vaca e o burro bem animados
Como se desejasse ser adorado!
Apresentava-se num céu azulado
Num jardim gélido, mas iluminado,
Implorando, a todos, ser amado
Com o fervor de dois apaixonados!
Cedi perante sugestiva humildade,
Cedi perante sincera e feliz
bondade!
Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé
Foto: Professora Margarida Gama, Escola da Sé
Subia
Subia
o declive da minha fria cidade natal
Com
a força de um cidadão inquieto e banal.
Subia
na companhia do nevoeiro infernal
Que
se alojava como canto de galo matinal.
Subia
ladeada por uma luz amiga e especial
Que
me abraçava com carinho descomunal.
Subia
ao som de uma doce canção de Natal
Que
se aninhava no meu coração mortal!
Subia
e acontecia magia nas ruas da cidade
Que
se vestia com cores e laços de verdade
Com
luzes bruxuleantes que apetecia roubar,
Com
árvores festivas que almejava arrancar
Para,
mais tarde, abraçar, acariciar, beijar…
Porque
os seus vermelhos, verdes e amarelos,
Eliminavam
da minha alma todos os flagelos!
Subia
e acontecia magia nas pessoas sofridas
Da
urbe, pois reascendiam esperanças perdidas,
Afastavam
a paz tolhida do seu sofrido dia a dia,
Rasgavam
janelas com espadas e com ousadia
Para
derrubar medos que coartam a doce utopia.
Subia e acontecia magia na minha
alma, nesse dia.
Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé
Foto: Professora Margarida Gama, Escola da Sé
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Calendário de dezembro
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
O projeto “Algures por aí”
O projeto “Algures por
aí”, desenvolvido no âmbito da disciplina de materiais e tecnologias,
orientado pela professora
Ana Sofia, pretendia interligar um local ao qual os alunos do 12º ano
sentissem uma certa
proximidade a uma pequena caixa de fósforos, trazendo a criatividade e
minúcia de cada um.
Assim, está agora exposto na escola secundária da Sé, com o intuito de
encaminhar o imaginário e
pensamento de cada pessoa para o espaço que estes representaram.
Convidamos, deste modo, que aguardem por mais trabalhos realizados por mentes brilhantes que estão algures por aqui!
Raquel Lourenço, Escola da Sé
domingo, 23 de novembro de 2025
Exposição “Mãos inquietas, mãos indiscretas”
"Foi inaugurada esta sexta-feira, dia 21 de novembro, na ExpoEcclesia, a exposição de mobiliário e têxteis, “Mãos inquietas, mãos indiscretas”, de Emília Barbeira. A mostra reúne peças criadas pela professora e bordadeira que sempre olhou para as mãos e as linhas como um ponto de partida para criar um objeto artístico. A exposição integra o programa as comemorações dos 826 anos da cidade da Guarda e pode ser visitada até ao dia 6 de maio de 2026. "
Fonte: Município da Guarda
O teatro veio até nós
Na quarta feira os atores Inês Fernandes e Ginário Meto apresentaram, às turmas do 6º ano, a peça
" The Lunchbox mistery".
Foi representada em Inglês, mas todos perceberam e participaram com satisfação.
Foi divertido!
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Um pouco de História
D. Leonor de Lencastre morreu em 17 de novembro de 1525.
A princesa que veio de Inglaterra conquistou os
portugueses. O casamento com o mestre de Avis representou uma nova dinastia na
história de Portugal. D. Filipa deu ao reino filhos notáveis, trouxe novos
hábitos para a corte e apoiou a expedição a Ceuta. Depois de se fazer proclamar
rei em cortes convocadas para Coimbra, D. João I precisava de ser reconhecido
na Europa como o novo monarca português. O primeiro a fazê-lo de forma oficial
foi o Papa de Roma, quando aprovou o matrimónio com a filha de João de Gante,
neta do Rei Eduardo III de Inglaterra. O enlace servia assim para legitimar o
reinado ainda frágil do mestre de Avis e para fortalecer os laços diplomáticos
entre os dois países. A aliança gerou uma dinastia que se destacou na história
de Portugal.
Filipa de Lencastre tinha 27 anos quando chegou a Lisboa
para casar com o soberano português. Ninguém conhecia a princesa que vinha de
Inglaterra, mas o povo recebeu-a calorosamente e aprovou o casamento que se
realizou a 2 de fevereiro de 1387, acontecimento festejado por todo o reino
durante quinze dias. Acabara a crise da independência, morrera Leonor Teles, a
rainha de má memória. Era tempo de celebrar e de acreditar nos novos tempos que
o casal real prometia.
Chegada à
corte portuguesa, D. Filipa não desiludiu. Com uma conduta moral
irrepreensível, assegurou uma dinastia, estando quinze anos em sucessivos
trabalhos de parto e mãe de ilustres filhos, que Luís de Camões designou como
Ínclita Geração em “Os Lusíadas.
Foto: Plataforma de Cidadania Monárquica
sábado, 1 de novembro de 2025
Corta mato escolar do Agrupamento de Escolas da Sé
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Um poema, um abraço ao castanheiro frondoso
Um poema, um abraço ao CASTANHEIRO
FRONDOSO
Que também tem um tronco bastante
portentoso
E a todos oferece, diariamente, um
ar amistoso
E um e outro braço carinhoso.
Por isso, ninguém fica indiferente
ao caloroso
Amigo que também não é medroso.
A sua proveta idade permite-lhe um
calmo olhar
Para usufruir das belezas da terra
de forma peculiar.
No Dia de São Martinho, oferece
belas castanhas
Que foram apanhadas com entusiasmo
e manha,
No colorido outeiro ou na
agreste montanha,
Porque os ouriços dão picadas
tamanhas
Quando lhe roubam o fruto das
entranhas!
No Dia onze de novembro, diz o povo
sábio
No seu convincente e expressivo
provérbio:
- Assa castanhas e prova com amigos
o vinho,
Pois também, nesse dia, São
Martinho
Deixou a todos um solidário mote,
Ao dividir com os pobres o seu
capote! 21.09.2023
O outono às vezes vem de dentro,
Porque daí vem um sopro de vento
Daí brota um feroz tormento
Que abala qualquer convento
E num momento
Tudo acaba sem qualquer argumento!
O outono às vezes emerge do lado de
fora
Através da flora e sem demora
Surgem vermelhos, castanhos e
amarelos
Assomam aqui e ali apetitosos
cogumelos
Surgem castanhas saboreadas como
caramelos
Ou amarelos e lisos marmelos
Para adoçar a vida com ou sem um
violoncelo!
O outono quer venha do lado de
dentro
Ou inesperadamente surja de fora
Pode ser saboroso como doce
amora! 22.09.2023
Professora Emília Barbeira, Escola da Sé
Foto, Professor João Silva
Outono
O plácido outono chega até mim
Como cheiro de lindo jasmim
Ou como poderoso arlequim
Que num isolado e feliz jardim
Me oferece um generoso sim!
E eu num misto de feroz confusão
De quem tinha deixado há pouco o
verão
Recebo-o e estendo-lhe a minha mão,
Uma vez que quer eu queira quer não
Ele vai instalar-se na sua estação
Com a determinação de feroz leão
Que não aceita qualquer sugestão.
Afinal, a meta foi traçada com
rigor
De quem detém o poder da linda cor
E quer ofertar a todos com fervor
Frutos com imenso e generoso sabor
Como a romã, o marmelo, a avelã, a
noz
Ou castanha apreciada por todos
nós!
Mas o outono também traz vento
feroz
Que ergue, às vezes, a sua fina
voz,
Mostrando que é muito eficaz e
veloz
A derrubar folhas que não querem
deixar
Braços viris de uma árvore de
encantar
Para cair num desconhecido lugar
Que, eventualmente, ninguém vai
amar!
Mas as folhas em completa aflição
Hão de encontrar um generoso chão
Para as receber e fazer reverdecer
Num outro distante e feliz
amanhecer!
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
As mãos
As educadoras responsáveis, Inês Sampaio e Patrícia Figueiredo


























