segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Higiene emocional- fevereiro


 Fevereiro chega com dias ainda frios, mas com a energia de recomeço que nos lembra a importância de cuidarmos não só do corpo, mas também das emoções. Na escola, onde cada dia é feito de encontros, desafios e aprendizagens, a higiene emocional torna‑se um pilar essencial para o bem‑estar de todos — docentes, alunos e comunidade educativa.

Cuidar da higiene emocional significa criar espaço para reconhecer sentimentos, regular emoções, pedir apoio quando necessário e cultivar relações seguras. Tal como ensinamos hábitos de higiene física, também podemos promover rotinas emocionais que fortalecem a saúde mental e favorecem um clima escolar mais tranquilo, empático e colaborativo.
Ao longo deste mês, vale a pena reforçar pequenas práticas que fazem grande diferença e por isso mesmo, partilhamos convosco o calendário do mês de fevereiro.
Que este mês seja uma oportunidade para cultivar bem‑estar, fortalecer relações e lembrar que educar também é cuidar — de nós e dos outros.

Com estima,

A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé:


Sara Terras

Vera Vilhena

sábado, 31 de janeiro de 2026

Arquitetura do Olhar (Catálogo e Exposição)


 

Através de imagens captadas pela mestria de Rui Campos, mostra-se a Escola

Secundária da Sé, como espaço arquitetónico relevante e inovador que, desde 1969,

está adaptado ao ensino e a todas as reformas que o enformaram. Trata-se do registo

de um edifício, dos seus detalhes, valências e ligações que deixa em quem nele

trabalha e se constrói.

Projeto resultante de uma parceria entre o fotógrafo Rui Campos, o Historiador de

Arte Carlos Caetano e a equipa do Plano Cultural de Escola do Plano Nacional das Artes do 

Agrupamento de Escolas da Sé, Guarda.

13 de fevereiro de 2026, 15 horas.

Átrio da Escola Secundária da Sé, Guarda.


Professor António Prata Coelho, Escola da Sé


O Dia Escolar da Não Violência e da Paz, 30 de janeiro


 Registo dos trabalhos desenvolvidos, no âmbito da temática, pela turma do 1 B da EB da Sequeira.


Professora Germana Cardoso 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Momentos Brancos

 









Dia 21 de janeiro a cidade ficou linda.

Ficam os registos da E.E. Dra. Sónia Bispo a quem agradecemos.

sábado, 10 de janeiro de 2026

O que os portugueses comiam durante as viagens dos descobrimentos


Vasco da Gama

Ao sair de Lisboa, as naus e as caravelas levavam animais vivos suficientes para que houvesse carne durante metade dos dias de viagem. Ao longo dos restantes dias, praticava-se abstinência. Ou seja, os tripulantes bebiam vinho e comiam 200 g de arroz ou de bacalhau ou de queijo. Aliás, o vinho era um dos mantimentos que havia sempre e com fartura a bordo. Já a água potável era um bem escasso e meticulosamente contado e controlado para que nunca faltasse. No entanto, quando os navios enfrentavam quebras de vento durante dias, a meio do oceano, era frequente esgotarem a água. E isso era fatal.

Outros ingredientes frequentes a bordo eram as conservas de doces da Madeira, os biscoitos (pão duro, que cozia várias vezes no forno para não se estragar), o grão, os figos, o toucinho, as passas, o mel, o azeite e especialmente o vinagre que, além de um tempero, era ainda um poderoso anti-séptico que servia não só para beber mas também para limpar o navio.

Fonte: Casal Mistério


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

7 de janeiro de 1355


Morte de Inês de Castro que foi uma das figuras mais trágicas da história de Portugal. Amada pelo infante D. Pedro, a sua relação foi vista como uma ameaça política à estabilidade do reino. Por ordem de D. Afonso IV, Inês foi cruelmente assassinada em Coimbra, em 1355. A sua morte marcou profundamente D. Pedro e ficou gravada na memória colectiva como símbolo de um amor proibido e injustamente destruído. Mais tarde, já rei, D. Pedro mandou trasladar o corpo de Inês para Alcobaça e declarou-a sua legítima esposa, perpetuando a lenda de que foi rainha depois de morta.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Dia de Reis

 


                                                                      A Lenda do Bolo-Rei

Há muitos anos, numa noite fria e cheia de estrelas, três Reis Magos caminhavam pelo deserto. Seguiam uma estrela muito brilhante que os guiava até ao Menino Jesus.

- É aquela estrela! - apontou Gaspar, feliz.

- Nunca vi uma estrela assim. - respondeu Belchior.

- Ela vai levar-nos até ao Menino Jesus. - disse Baltasar.

Cada Rei levava um presente especial: Gaspar levava ouro, Belchior levava incenso e Baltasar levava mirra.

Quando chegaram perto da gruta, pararam para descansar.

- Quem será o primeiro a oferecer o presente ao Menino Jesus? - perguntou Gaspar.

- Eu gostava muito de ser o primeiro. - disse Belchior.

- Eu também. - respondeu Baltasar.

Os três Reis Magos ficaram pensativos.

Nesse momento, passou por ali um artesão muito simpático, que ouviu a conversa.

- Posso ajudar-vos? - perguntou ele.

- Claro que sim! - responderam os Reis Magos.

O artesão sorriu e disse:

- Vou fazer um bolo especial. Dentro do bolo vou colocar uma fava. Depois repartem o bolo. Quem encontrar a fava será o primeiro a oferecer o presente.

- Que boa ideia! - disseram os três Reis ao mesmo tempo.

O artesão fez o bolo com muito cuidado. O bolo cheirava muito bem e por cima tinha frutas.

- Está pronto! - disse o artesão.

Cada Rei Mago recebeu um pedaço.

Gaspar provou o bolo e nada. Belchior mordeu o bolo e nada. Baltasar mordeu o seu pedaço e ouviu:

-;Crac! Craccccc!

- Encontrei a fava! - disse Baltasar, surpreendido.

- Então és tu o primeiro! - disseram Gaspar e Belchior, contentes.

Baltasar sorriu e respondeu:

- Vou oferecer o meu presente ao Menino Jesus com muito carinho e amor.

Desde esse dia, este bolo ficou conhecido como Bolo-Rei.

No Dia de Reis, lembramo-nos dos três Reis Magos e aprendemos que não é preciso dar prendas caras. Um abraço, um sorriso ou um desenho são presentes dados com o coração e esses são os mais importantes de todos. ❤️

  Sofia Pinto, Entre Tachos, Fraldas e Livros.

História cedida gentilmente pela Dra. Sónia Bispo, encarregada de educação, Escola da Sé


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Janeiro mais feliz




 Neste regresso, desejamos a todos um excelente Ano Novo, repleto de saúde, motivação e sucesso, tanto a nível pessoal como profissional.

Que 2026 nos traga novas oportunidades, conquistas e a continuidade do bom trabalho em equipa que temos vindo a desenvolver.

Retomamos também a atividade de Higiene Emocional, que, como se recordarão, consiste em cumprir as tarefas propostas no calendário que iremos enviar mensalmente.
Apelamos a que sigam as instruções da melhor forma possível e, caso surja alguma dúvida ou necessitem de esclarecimentos, estamos inteiramente disponíveis para ajudar.

 

Porque para bem ensinar, temos de nós cuidar.

 

 A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé

Ana Almeida

Sara Terras

Vera Vilhena

 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Natal


 Neste Natal, celebremos a construção do saber que ilumina caminhos, a solidariedade que aproxima corações e a paz que renova a esperança em cada gesto.

Com os melhores cumprimentos
    
A Direção

Tiago Tadeu
Manuel Barros
Natália Barata 
Paula Pissarra
Adelaide Nunes 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Reflexão em turma


 


O Serviço de Psicologia e Orientação do Agrupamento da Sé foi convidado por uma turma do 11.º ano a dinamizar uma reflexão aberta sobre a saúde mental dos jovens. Num contexto em que se torna cada vez mais urgente derrubar tabus, reafirmamos que cuidar da nossa saúde mental e falar sobre ela de forma clara e responsável é essencial. Manifestamos o nosso agradecimento pelo desafio e pelo interesse demonstrado por esta turma e pela sua diretora de turma.

 
A Equipa SPO
Ana Almeida
Sara Terras
Vera Vilhena

domingo, 7 de dezembro de 2025

Um menino especial


 

Quis sentar-se um Menino no meu colo

Mas eu não tinha tempo para embalá-lo.

Saí de casa apressada com o tempo contado!

Mas Ele queria a todo o custo ser notado

Por isso, voltou. Não quis ser silenciado!

 

No cume da Cidade Natal vi-o deitado

Com os pais, José e Maria, ao lado

E a vaca e o burro bem animados

Como se desejasse ser adorado!

Apresentava-se num céu azulado

Num jardim gélido, mas iluminado,

Implorando, a todos, ser amado

Com o fervor de dois apaixonados!

 

Cedi perante sugestiva humildade,

Cedi perante sincera e feliz bondade!

 

Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé

Foto: Professora Margarida Gama, Escola da Sé

 

Subia

 



Subia o declive da minha fria cidade natal

Com a força de um cidadão inquieto e banal.

Subia na companhia do nevoeiro infernal

Que se alojava como canto de galo matinal.

Subia ladeada por uma luz amiga e especial

Que me abraçava com carinho descomunal.

Subia ao som de uma doce canção de Natal

Que se aninhava no meu coração mortal!

 

Subia e acontecia magia nas ruas da cidade

Que se vestia com cores e laços de verdade

Com luzes bruxuleantes que apetecia roubar,

Com árvores festivas que almejava arrancar

Para, mais tarde, abraçar, acariciar, beijar…

Porque os seus vermelhos, verdes e amarelos,

Eliminavam da minha alma todos os flagelos!

 

Subia e acontecia magia nas pessoas sofridas

Da urbe, pois reascendiam esperanças perdidas,

Afastavam a paz tolhida do seu sofrido dia a dia,

Rasgavam janelas com espadas e com ousadia

Para derrubar medos que coartam a doce utopia.

 

Subia e acontecia magia na minha alma, nesse dia.


Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé

Foto: Professora Margarida Gama, Escola da Sé

 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Calendário de dezembro

 

No seguimento da habitual atividade mensal, o Serviço de Psicologia e Orientação partilha com a comunidade escolar do Agrupamento de Escolas da Sé o calendário de dezembro.
Nesta época tão especial, o Natal convida-nos a olhar para além das tarefas e dos prazos, recordando o valor da generosidade e da bondade. É tempo de partilhar gestos simples que aquecem corações, oferecer palavras que confortam e cultivar a união que nos fortalece.
Desejamos que este Natal seja vivido com serenidade, gratidão e esperança, e que, de alguma forma, esta pequena atividade que propomos possa contribuir para tal.


Porque para bem ensinar, temos de nós cuidar.”

Com estima,
A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé

Ana Almeida
Sara Terras
Vera Vilhena

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

O projeto “Algures por aí”


O projeto “Algures por aí”, desenvolvido no âmbito da disciplina de materiais e tecnologias,

orientado pela professora Ana Sofia, pretendia interligar um local ao qual os alunos do 12º ano

sentissem uma certa proximidade a uma pequena caixa de fósforos, trazendo a criatividade e

minúcia de cada um. Assim, está agora exposto na escola secundária da Sé, com o intuito de

encaminhar o imaginário e pensamento de cada pessoa para o espaço que estes representaram.

Convidamos, deste modo, que aguardem por mais trabalhos realizados por mentes brilhantes que estão algures por aqui! 

Raquel Lourenço, Escola da Sé

domingo, 23 de novembro de 2025

Exposição “Mãos inquietas, mãos indiscretas”


 "Foi inaugurada esta sexta-feira, dia 21 de novembro, na ExpoEcclesia, a exposição de mobiliário e têxteis, “Mãos inquietas, mãos indiscretas”, de Emília Barbeira. A mostra reúne peças criadas pela professora e bordadeira que sempre olhou para as mãos e as linhas como um ponto de partida para criar um objeto artístico. A exposição integra o programa as comemorações dos 826 anos da cidade da Guarda e pode ser visitada até ao dia 6 de maio de 2026. "






Fonte: Município da Guarda

O teatro veio até nós


 Na quarta feira os atores Inês Fernandes e Ginário Meto apresentaram, às turmas do 6º ano, a peça 

" The Lunchbox mistery".

Foi representada em Inglês, mas todos perceberam e participaram com satisfação.

Foi divertido!





segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Um pouco de História


D. Leonor de Lencastre morreu em 17 de novembro de 1525.

A princesa que veio de Inglaterra conquistou os portugueses. O casamento com o mestre de Avis representou uma nova dinastia na história de Portugal. D. Filipa deu ao reino filhos notáveis, trouxe novos hábitos para a corte e apoiou a expedição a Ceuta. Depois de se fazer proclamar rei em cortes convocadas para Coimbra, D. João I precisava de ser reconhecido na Europa como o novo monarca português. O primeiro a fazê-lo de forma oficial foi o Papa de Roma, quando aprovou o matrimónio com a filha de João de Gante, neta do Rei Eduardo III de Inglaterra. O enlace servia assim para legitimar o reinado ainda frágil do mestre de Avis e para fortalecer os laços diplomáticos entre os dois países. A aliança gerou uma dinastia que se destacou na história de Portugal.

Filipa de Lencastre tinha 27 anos quando chegou a Lisboa para casar com o soberano português. Ninguém conhecia a princesa que vinha de Inglaterra, mas o povo recebeu-a calorosamente e aprovou o casamento que se realizou a 2 de fevereiro de 1387, acontecimento festejado por todo o reino durante quinze dias. Acabara a crise da independência, morrera Leonor Teles, a rainha de má memória. Era tempo de celebrar e de acreditar nos novos tempos que o casal real prometia.

Chegada à corte portuguesa, D. Filipa não desiludiu. Com uma conduta moral irrepreensível, assegurou uma dinastia, estando quinze anos em sucessivos trabalhos de parto e mãe de ilustres filhos, que Luís de Camões designou como Ínclita Geração em “Os Lusíadas.

Foto: Plataforma de Cidadania Monárquica