A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé
Ana Margarida Rogeiro
A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé
Ana Margarida Rogeiro
A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé
Ana Margarida Rogeiro
Sara Terras
Vera Vilhena
A raiva é uma emoção humana, natural e importante e como tal, todos a sentimos. O desafio está em reconhecê-la, compreendê-la e encontrar formas saudáveis de a expressar e gerir.
Para assinalar o Dia Mundial da Raiva, o Serviço de Psicologia e Orientação desenvolveu várias atividades de sensibilização e reflexão com alunos e professores, que permitiram explorar esta emoção e conhecer estratégias para lidar com ela de forma mais consciente e positiva.
Porque falar sobre o que sentimos também é uma forma de cuidar de nós e dos outros.
Através da partilha, da reflexão e de atividades práticas, promovemos competências que ajudam a transformar a raiva numa oportunidade de autoconhecimento, comunicação e crescimento emocional.”
A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESÉ
Miúdos
e Graúdos,
Mais
um dia para sonhar com outros paraísos
E
deixar para trás os dias sonolentos e lisos
E,
também, a rotina que há muito se abomina
Para
mergulhar numa linda e ofuscante mina
Como
é a curiosa ESCOLA, a brilhante heroína,
Onde
se vai beber tragos de inebriante frescura,
Que
vos há de ajudar a eliminar a feroz amargura
Ou
os momentos em que a tristeza perdura.
Miúdos
e Graúdos,
Mais
um dia para deslumbrar o vosso coração
Que
possui a energia de uma nova e feliz canção
Que
se irá projetar com verdadeira emoção
Para
ser ouvida por vós ou por ansiosa multidão.
Miúdos
e Graúdos,
Mais
um dia para conquistar o conhecimento
Que
há de trazer novos e doces ensinamentos
A
quantos escancaram os olhos fabulosos
Para
lugares distintos, luzentes e portentosos
Que
revelam, depois, tesouros assaz preciosos:
A vossa sapiência ou magistral
independência!
Emília Maria Barbeira, Professora da Escola da Sé
Há
dias felizes, porque chegam até mim vocábulos
Cintilantes,
giros, sem inconvenientes preâmbulos.
Há
dias felizes, porque chegam indizíveis abraços
Do
nada, mas prendem como portentosos laços.
Há
dias felizes, porque chegam sorrisos relevantes
E
acolhedores que eliminam dissabores triunfantes.
Há
dias felizes, porque chegam lindas presenças
Como
se fossem andorinhas delicadas e mansas
Vindas
de longe para ofertar especiais lembranças.
Há
dias felizes, porque há gestos memoráveis
Que
tocam corações ávidos e imparáveis,
Pois pretendem empurrar os simples
ou notáveis.
Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé
Assinala‑se
hoje, dia 4 de setembro, o Dia Nacional do Psicólogo, data que destaca o
contributo essencial destes profissionais para a promoção do bem‑estar, do
desenvolvimento integral e da construção de comunidades educativas mais
saudáveis.
Neste
início de ano letivo, consideramos particularmente oportuno reforçar junto de
toda a comunidade educativa a importância do auto‑cuidado, da atenção ao bem‑estar
emocional e da criação de ambientes escolares inclusivos, colaborativos e
promotores de saúde psicológica - e é com muito agrado que iniciamos a partilha
do primeiro Boletim Informativo deste ano letivo.
Neste
contexto, desejamos a toda a comunidade um excelente ano letivo, pleno de
crescimento, participação e bem‑estar.
A
equipa do Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) reafirma a sua total
disponibilidade para colaborar nesta missão que partilhamos: promover um
contexto educativo mais saudável, seguro e inclusivo, onde cada aluno, docente
e colaborador se sinta apoiado e valorizado.
A equipa do
Serviço de Psicologia e Orientação do AESé
Sara Terras
Vera
Vilhena
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"No dia 9 de junho, o projeto Inquietações do Interior regressou à comunidade que lhe deu origem, num gesto simbólico de partilha e envolvimento coletivo. Após um intenso processo de reflexão sobre o património local, os alunos do Agrupamento de Escolas da Sé deram a conhecer o resultado do seu trabalho na emblemática Praça Luís de Camões.
O espetáculo "Auto da Barca do
Inferno", encenado por Tomé Vieira, é uma adaptação da obra escrita por
Gil Vicente com o mesmo nome. Esta peça contou com a colaboração dos atores
Jorge Sequeira, Tomé Vieira, Ana Dionísio, Ana Rita Santos, Mar Geada, Ema
Santos, Romeu Ribeiro e Cristiano Lapo. O "Auto da Barca do Inferno” foi
apresentado pela primeiríssima vez em 1517 e voltou mais uma vez ao Instituto Português
do Desporto e da Juventude da Guarda dia 12 de fevereiro de 2026, graças à equipa
ACTUS.
Este auto retrata a história da
vida após a morte, após a qual as personagens chegam a um cais com duas barcas:
uma do Anjo, que conduz ao Paraíso, e outra do Diabo, que leva ao Inferno.
Nós
apreciámos, neste espetáculo, que o encenador tivesse imaginado o cenário da
obra como um porto de cruzeiros, aspeto reforçado pelo estilo do traje do Anjo
e do Diabo, por elementos cénicos como as espreguiçadeiras e pela presença de sons
de grandes navios. (…)
Para concluir, reforçamos a ótima
qualidade da peça representada num mundo mais atual e a atuação excecional dos
atores em palco. Apesar da presença de certas mudanças, este espetáculo cumpre
com enorme profundidade o seu objetivo: agradar ao público.