A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé:
Sara Terras
Vera Vilhena
A equipa do Serviço de Psicologia e Orientação do AESé:
Sara Terras
Vera Vilhena
Através de imagens captadas pela mestria de Rui
Campos, mostra-se a Escola
Secundária da Sé, como espaço arquitetónico relevante
e inovador que, desde 1969,
está adaptado ao ensino e a todas as reformas que o
enformaram. Trata-se do registo
de um edifício, dos seus detalhes, valências e
ligações que deixa em quem nele
trabalha e se constrói.
Projeto resultante de uma parceria entre o fotógrafo
Rui Campos, o Historiador de
Arte Carlos Caetano e a equipa do Plano Cultural de Escola do Plano Nacional das Artes do
Agrupamento
de Escolas da Sé, Guarda.
13 de fevereiro de 2026, 15 horas.
Átrio da Escola Secundária da Sé, Guarda.
Professor António Prata Coelho, Escola da Sé
Dia 21 de janeiro a cidade ficou linda.
Ficam os registos da E.E. Dra. Sónia Bispo a quem agradecemos.
Ao sair de Lisboa, as naus e as caravelas levavam animais vivos suficientes para que houvesse carne durante metade dos dias de viagem. Ao longo dos restantes dias, praticava-se abstinência. Ou seja, os tripulantes bebiam vinho e comiam 200 g de arroz ou de bacalhau ou de queijo. Aliás, o vinho era um dos mantimentos que havia sempre e com fartura a bordo. Já a água potável era um bem escasso e meticulosamente contado e controlado para que nunca faltasse. No entanto, quando os navios enfrentavam quebras de vento durante dias, a meio do oceano, era frequente esgotarem a água. E isso era fatal.
Outros ingredientes frequentes a bordo eram as conservas de doces da Madeira, os biscoitos (pão duro, que cozia várias vezes no forno para não se estragar), o grão, os figos, o toucinho, as passas, o mel, o azeite e especialmente o vinagre que, além de um tempero, era ainda um poderoso anti-séptico que servia não só para beber mas também para limpar o navio.
Fonte: Casal Mistério
Morte de Inês de Castro que foi uma das figuras
mais trágicas da história de Portugal. Amada pelo infante D. Pedro, a sua
relação foi vista como uma ameaça política à estabilidade do reino. Por ordem
de D. Afonso IV, Inês foi cruelmente assassinada em Coimbra, em 1355. A sua
morte marcou profundamente D. Pedro e ficou gravada na memória colectiva como
símbolo de um amor proibido e injustamente destruído. Mais tarde, já rei, D.
Pedro mandou trasladar o corpo de Inês para Alcobaça e declarou-a sua legítima
esposa, perpetuando a lenda de que foi rainha depois de morta.
A Lenda do Bolo-Rei
Há muitos anos, numa noite fria e cheia de estrelas,
três Reis Magos caminhavam pelo deserto. Seguiam uma estrela muito brilhante
que os guiava até ao Menino Jesus.
- É aquela estrela! - apontou Gaspar, feliz.
- Nunca vi uma estrela assim. - respondeu Belchior.
- Ela vai levar-nos até ao Menino Jesus. - disse
Baltasar.
Cada Rei levava um presente especial: Gaspar levava
ouro, Belchior levava incenso e Baltasar levava mirra.
Quando chegaram perto da gruta, pararam para
descansar.
- Quem será o primeiro a oferecer o presente ao Menino
Jesus? - perguntou Gaspar.
- Eu gostava muito de ser o primeiro. - disse
Belchior.
- Eu também. - respondeu Baltasar.
Os três Reis Magos ficaram pensativos.
Nesse momento, passou por ali um artesão muito
simpático, que ouviu a conversa.
- Posso ajudar-vos? - perguntou ele.
- Claro que sim! - responderam os Reis Magos.
O artesão sorriu e disse:
- Vou fazer um bolo especial. Dentro do bolo vou
colocar uma fava. Depois repartem o bolo. Quem encontrar a fava será o primeiro
a oferecer o presente.
- Que boa ideia! - disseram os três Reis ao mesmo
tempo.
O artesão fez o bolo com muito cuidado. O bolo
cheirava muito bem e por cima tinha frutas.
- Está pronto! - disse o artesão.
Cada Rei Mago recebeu um pedaço.
Gaspar provou o bolo e nada. Belchior mordeu o bolo e
nada. Baltasar mordeu o seu pedaço e ouviu:
-;Crac! Craccccc!
- Encontrei a fava! - disse Baltasar, surpreendido.
- Então és tu o primeiro! - disseram Gaspar e
Belchior, contentes.
Baltasar sorriu e respondeu:
- Vou oferecer o meu presente ao Menino Jesus com
muito carinho e amor.
Desde esse dia, este bolo ficou conhecido como
Bolo-Rei.
No Dia de Reis, lembramo-nos dos três Reis Magos e
aprendemos que não é preciso dar prendas caras. Um abraço, um sorriso ou um
desenho são presentes dados com o coração e esses são os mais importantes de
todos.
História cedida gentilmente pela Dra. Sónia Bispo, encarregada de educação, Escola da Sé
Que 2026 nos traga novas oportunidades, conquistas e a continuidade do bom
trabalho em equipa que temos vindo a desenvolver.
Retomamos também a atividade de
Higiene Emocional, que, como se recordarão, consiste em cumprir as tarefas
propostas no calendário que iremos enviar mensalmente.
Apelamos a que sigam as instruções da melhor forma possível e, caso surja
alguma dúvida ou necessitem de esclarecimentos, estamos inteiramente
disponíveis para ajudar.
Porque para bem ensinar, temos de nós cuidar.
A equipa do
Serviço de Psicologia e Orientação do AESé
Ana Almeida
Sara Terras
Vera Vilhena
Quis sentar-se um Menino no meu
colo
Mas eu não tinha tempo para
embalá-lo.
Saí de casa apressada com o tempo
contado!
Mas Ele queria a todo o custo ser
notado
Por isso, voltou. Não quis ser
silenciado!
No cume da Cidade Natal vi-o
deitado
Com os pais, José e Maria, ao lado
E a vaca e o burro bem animados
Como se desejasse ser adorado!
Apresentava-se num céu azulado
Num jardim gélido, mas iluminado,
Implorando, a todos, ser amado
Com o fervor de dois apaixonados!
Cedi perante sugestiva humildade,
Cedi perante sincera e feliz
bondade!
Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé
Foto: Professora Margarida Gama, Escola da Sé
Subia
o declive da minha fria cidade natal
Com
a força de um cidadão inquieto e banal.
Subia
na companhia do nevoeiro infernal
Que
se alojava como canto de galo matinal.
Subia
ladeada por uma luz amiga e especial
Que
me abraçava com carinho descomunal.
Subia
ao som de uma doce canção de Natal
Que
se aninhava no meu coração mortal!
Subia
e acontecia magia nas ruas da cidade
Que
se vestia com cores e laços de verdade
Com
luzes bruxuleantes que apetecia roubar,
Com
árvores festivas que almejava arrancar
Para,
mais tarde, abraçar, acariciar, beijar…
Porque
os seus vermelhos, verdes e amarelos,
Eliminavam
da minha alma todos os flagelos!
Subia
e acontecia magia nas pessoas sofridas
Da
urbe, pois reascendiam esperanças perdidas,
Afastavam
a paz tolhida do seu sofrido dia a dia,
Rasgavam
janelas com espadas e com ousadia
Para
derrubar medos que coartam a doce utopia.
Subia e acontecia magia na minha
alma, nesse dia.
Professora Emília Maria Barbeira, Escola da Sé
Foto: Professora Margarida Gama, Escola da Sé
O projeto “Algures por
aí”, desenvolvido no âmbito da disciplina de materiais e tecnologias,
orientado pela professora
Ana Sofia, pretendia interligar um local ao qual os alunos do 12º ano
sentissem uma certa
proximidade a uma pequena caixa de fósforos, trazendo a criatividade e
minúcia de cada um.
Assim, está agora exposto na escola secundária da Sé, com o intuito de
encaminhar o imaginário e
pensamento de cada pessoa para o espaço que estes representaram.
Convidamos, deste modo, que aguardem por mais trabalhos realizados por mentes brilhantes que estão algures por aqui!
Raquel Lourenço, Escola da Sé
" The Lunchbox mistery".
Foi representada em Inglês, mas todos perceberam e participaram com satisfação.
Foi divertido!
D. Leonor de Lencastre morreu em 17 de novembro de 1525.
A princesa que veio de Inglaterra conquistou os
portugueses. O casamento com o mestre de Avis representou uma nova dinastia na
história de Portugal. D. Filipa deu ao reino filhos notáveis, trouxe novos
hábitos para a corte e apoiou a expedição a Ceuta. Depois de se fazer proclamar
rei em cortes convocadas para Coimbra, D. João I precisava de ser reconhecido
na Europa como o novo monarca português. O primeiro a fazê-lo de forma oficial
foi o Papa de Roma, quando aprovou o matrimónio com a filha de João de Gante,
neta do Rei Eduardo III de Inglaterra. O enlace servia assim para legitimar o
reinado ainda frágil do mestre de Avis e para fortalecer os laços diplomáticos
entre os dois países. A aliança gerou uma dinastia que se destacou na história
de Portugal.
Filipa de Lencastre tinha 27 anos quando chegou a Lisboa
para casar com o soberano português. Ninguém conhecia a princesa que vinha de
Inglaterra, mas o povo recebeu-a calorosamente e aprovou o casamento que se
realizou a 2 de fevereiro de 1387, acontecimento festejado por todo o reino
durante quinze dias. Acabara a crise da independência, morrera Leonor Teles, a
rainha de má memória. Era tempo de celebrar e de acreditar nos novos tempos que
o casal real prometia.
Chegada à
corte portuguesa, D. Filipa não desiludiu. Com uma conduta moral
irrepreensível, assegurou uma dinastia, estando quinze anos em sucessivos
trabalhos de parto e mãe de ilustres filhos, que Luís de Camões designou como
Ínclita Geração em “Os Lusíadas.
Foto: Plataforma de Cidadania Monárquica